Bets: o futebol não pode beber na fonte da miséria

Hiroshi Bogéa  –  Tem uma coisa curiosa no Brasil. Quando o pobre perde dinheiro apostando, chamam de entretenimento. Quando o clube ganha dinheiro com a aposta, chamam de patrocínio. Pronto. Está resolvida a moral da história. Só esqueceram de perguntar quem paga a conta. Agora que se fala em acabar com as bets, os clubes descobriram que podem ficar sem dinheiro.

Saiba Mais

O dia em que conheci Zuenir Ventura

Hiroshi Bogéa – O jornalismo brasileiro amanheceu mais pobre nesta terça-feira, 22. Morreu, aos 95 anos, Zuenir Ventura, jornalista, escritor, cronista, repórter e integrante da Academia Brasileira de Letras. Zuenir morreu em casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma pneumonia. Autor de livros fundamentais para compreender o Brasil contemporâneo, como *1968 — O Ano que Não Terminou* e *Cidade

Saiba Mais

A revolução invisível que transformou o cotidiano banal no maior espetáculo da Internet

Hiroshi Bogéa –  Há alguma coisa de extraordinariamente curiosa acontecendo diante dos nossos olhos. Talvez estejamos vivendo uma das maiores mudanças de comportamento da história da humanidade — e, de tão acostumados à Internet, já nem percebemos o tamanho da revolução. Basta abrir o celular. Ali está o mundo inteiro, aparentemente sem necessidade de explicação. Uma mulher aparece durante trinta segundos,

Saiba Mais

Paz se preserva com diplomacia, mas também com capacidade de defesa

Hiroshi Bogéa –  Sou um pacifista convicto. Sempre acreditei que a diplomacia, o diálogo e o respeito entre as nações são os únicos caminhos capazes de garantir uma paz duradoura. Entretanto, a História ensina uma lição dura: países não preservam sua soberania apenas com boas intenções. Também precisam possuir capacidade de defesa compatível com a dimensão de seu território, de suas

Saiba Mais

A miséria moral do cálculo político diante dos escombros

Hiroshi Bogéa –   O violento duplo terremoto que atingiu a Venezuela na última quarta-feira, ceifando centenas de vidas, ferindo milhares e deixando um rastro de destruição em cidades como La Guaira e Caracas, colocou a comunidade internacional diante de um imperativo categórico: a solidariedade humana não conhece fronteiras, ideologias ou regimes políticos. Enquanto brigadas de resgate de diversos países e aviões

Saiba Mais