O dia em que conheci Zuenir Ventura

Hiroshi Bogéa – O jornalismo brasileiro amanheceu mais pobre nesta terça-feira, 22. Morreu, aos 95 anos, Zuenir Ventura, jornalista, escritor, cronista, repórter e integrante da Academia Brasileira de Letras. Zuenir morreu em casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma pneumonia. Autor de livros fundamentais para compreender o Brasil contemporâneo, como *1968 — O Ano que Não Terminou* e *Cidade

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Uma entrevista que honra o jornalismo e resgata a memória do Brasil profundo

A profecia da Terra e as memórias da coragem: a entrevista histórica de Paulo Roberto Ferreira com a irmã Rebeca Spirs     Hiroshi Bogéa –  Em tempos de produção acelerada de conteúdo, de manchetes descartáveis e de uma imprensa cada vez mais contaminada pela lógica dos influenciadores digitais, a entrevista realizada pelo jornalista e escritor Paulo Roberto com a missionária

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Missionária Rebeca Spires: -“Não somos donos de nada; somos filhos e filhas da Terra”

Trajetória da missionária Rebeca Spires que que se dedica há 40 anos aos povos originários da Amazônia   Paulo Roberto Ferreira  –  Ela deixou o seu país de origem no período em que boa parte da população protestava contra a Guerra no Vietnã. E quando chegou em Brasília, tomou um susto: o aeroporto estava cheio de soldados, portando metralhadoras. Amedrontada, confundiu a

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Agentes culturais realizam ato por mudanças estruturais no setor

Belém– A classe artística e os trabalhadores da cultura do Pará articulam um levante histórico para os próximos dias. Diante das recentes denúncias de corrupção que apontam o desvio de recursos públicos destinados ao setor, o movimento convoca artistas, agentes culturais, servidores públicos e a sociedade civil para ocupar as ruas em um protesto que une indignação e propostas de reforma.

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Lourenço, não: Lourenção! O peso de um ão

Dizem que o rio corre para o mar, mas a memória da gente corre é para as pedras. Para quem nasceu com o pé na extensão do Tocantins e os olhos mergulhados na correnteza, o rio não é apenas um mapa hidrográfico; é um parente antigo, cheio de manias e nomes próprios. Por isso, dói no ouvido — e dói mais

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