Ainda hoje, aqui no blog, algumas revelações sobre as investidas da Vale nos municípios cortados pela Estarda de Ferro Carajás.
A luta da prefeitura de Parauapebas por mais respeito aos seus moradores.
Afinal de contas, vale a pena sermos colonizados pela segunda maior mineradora do mundo?
Anonymous
3 de fevereiro de 2011 - 11:23O Politicos de Parauapebas tem culpa no cartório, não aceitam parceira com a vale, principalmente quando essa parceria é a construção de escolas, saneamento basico, pois se a vale fizer nao tem como desviar o dinheiro ou o material da obra. Tem que ter uma quimica. E a malandragem e a corrupção faz parte do curriculum da maioria dos politicos daqui de Parauapebas. Não estou dizendo que a Vale é santa, mas o poder Público deveria fazer sua parte.
Anonymous
1 de fevereiro de 2011 - 17:42Se os royalties que a Vale pagou nos ultimos 25 tivessem sido aplicados com seriedade no municipio de Parauapebas a cidade seria considerada padrao no Brasil.
Infelizmente estes recursos desde que foram criados foram desviados por politicos que so agora deixaram o poder pela forca do voto.Infelizmente os que estao agora no poder estao trilhando o mesmo caminho de seus antecessores.
Anonymous
1 de fevereiro de 2011 - 15:10Tem de começar pelo prefeito. Era preciso construir um "castelo " para a sede da prefeitura? Precisamos a dar os bons exemplos.Quanto ao dinheiro da Vale, ele não é gestora pública, temos dde cobrar dos politicos eleitos na região, fazem o que.
Anonymous
1 de fevereiro de 2011 - 13:11É preciso que a sociedade paraense, especialmente do sul/sudeste, necessitam rever suas relações com a VALE. Faz bem, muito bem o prefeito DARCI LERMEN, em condicionar a concessão de licença ambiental a contrapartidas específicas de interesse local. A VALE opera a explora a mina de ferro de Carajás a mais de 25 anos é de se perguntar qual o legado que está ficando para Parauapebas e região?
Mas é preciso mais, não bastando simplesmente chamar a VALE a ter mais responsabilidade social com Parauapebas e região, se faz necessário maior seriedade com a aplicação dos "royalties". Não é aceitável que estes recursos sejam "gastos" de qualquer forma e sem qualquer transparência!