É sempre assim: a classe política movida a atitudes marginais está sempre expondo negativamente o nome de municípios do interior do país.
A última da corja explodiu em Estreito, cidade localizada a 230 km de Marabá, no Estado do Maranhão.
A Câmara Municipal local perdeu seus nove vereadores, afastados do cargo pela Justiça suspeitos de desviar recursos públicos.
A cidade está sem vereador, há uma semana.
Os nove vereadores são acusados de desviar quase R$ 200 mil, sobras do repasse do Executivo para a manutenção do órgão, que deveriam ser devolvidas ao município.
A contadora da Câmara também é suspeita de participação na fraude.
Segundo o Ministério Público, os R$ 198 mil foram divididos entre os nove vereadores e, a cada mês, um deles recebia a quantia de R$ 22 mil em cheque.
A fraude só foi descoberta porque um dos cheques foi repassado a um agiota.
Em posse da cópia de um dos cheques foi que um dos suplentes dos vereadores fez a representação no Ministério Público.
Juíza da comarca anuncia para o início da próxima semana nomeação dos novos vereadores, em substitução a quadrilha de assaltantes de cofres públicos.
domingospones
20 de fevereiro de 2011 - 22:55Caro hiroshi isso poque ninguen olhou para Santana do Araguaia lá não teria ficado nem o prefeito.
Anonymous
19 de fevereiro de 2011 - 17:13podemos importar esse juiz de estreito? né bom não né? vai que ele chega aqui e se mistura, né? melhor deixar ele por lá mesmo.
Quaradouro
18 de fevereiro de 2011 - 20:14Sem vereador e nem precisa.
Quem manda no Estreito é a Ceste, o consórcio que constrói a hidrelétrica (Vale no meio) e vai gerenciá-la. Inclusive com gestão da área urbana e influência na zona rural.
Acho que também deveriam dispensar o prefeito. Lá, como cá, não faria falta nenhuma.
Anonymous
18 de fevereiro de 2011 - 18:22Prezado Hiroshi, aqui em Tucuruí, a corjaq do atual Presidente da Camara em dois meses já aprontou mais do que o anteceçor em dois anos e a camara ainda nem comessou a trabalha. Ta faltando ministerio pubico aqui pra faser igual o estreito. A coisa da cabeiluda em Tucxurui;